quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Desejos!




Desejos!

O Amor é um ato absoluto!
Sem complacências... Do uso de meios termos?
A encurralarem algo reprimido...
De suas duvidas expoentes sem significados a reluzirem os engodos...
Em pra sebos a recortarem os ideais... De amar sem se completarem em os terem por inteiros...
Como algo verdadeiramente!
Que a nos provem como vírus no Ar!
Desconexos... Mas reais!
E por todo sempre farás vindouros em nossos viver!
Atos que mesmos quando usamos a prosopopéia de vazios...
Este será um ato!
Mesmo que os confunda com obsoleto e fraco...
Diante (Da verdade de Amar)...
Padecem!
Este mesmo que inundado de incógnitos?
Fazem-se Reais dignificando o plausível desejo de mais, mais e mais simplesmente mais!
Acima de todos os pudores e fantasmas de um não...
Devemos lembra que um não, mal pronunciado (Para o otimista)!
É a certeza... De um sim (Amanha)!
Querer se sujeitar a amar... 
Tentando esconder de você próprio?
Como fosse uma segunda pessoa nestes prazeres absolutos,
Neste arco maior de nossa existência!


Fernando De Camargo Silva.

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