A minha alma
Nestas ruas da cidade adormecida
A minh’alma vai voando livremente
Entregando-se à saudade construída
Na certeza de amor dado a tanta gente
Vai sozinha, por sozinha se encontrar,
Bem no meio dessa enorme multidão.
A tristeza vem sorrindo e logo a par
Do seu lado caminhando dá-lhe a mão.
Rodeada pl’a tristeza e solidão
Caminhando no meio da imensidão
Que correndo vai cruzando esta cidade
A minh’alma manifesta o seu cansaço
Abraçada à solidão e em seu regaço
Adormece nessa hora por ser tarde!
Helena Fragoso

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